segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Filme da Semana

Snatch
(Porcos e Diamantes)




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Ano: 2000
»Duração: 104 minutos
»Origem: USA
»Gênero: Crime/Comédia/Thriller
»IMDB: 8.2/10 (153,200 votes)
»Direção: Guy Ritchie
»Elenco: Brad Pitt, Dennis Farina, Benicio del Toro, Vinnie Jones, Rade Serbedzija, Stephen Graham, Ewen Bremner, Jason Statham.

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Sinopse

Mais uma história do director Guy Ritchie sobre a violência urbana na cidade de Londres. Ritchie abordou o tema com êxito em "Lock, Stock and Two Smoking Barrels". Desta vez o fio condutor da história está na busca de uma pedra preciosa roubada de um joalheiro da Antuérpia. Daí em diante personagens diferentes se envolvem numa trama labiríntica em busca do diamante perdido.



De um lado estão os amigos e sócios Tursky (Jason Statham) e Tommy (Stephen Graham), que se unem a Mickey (Brad Pitt), um pugilista irlandês decadente. Mickey ajuda os dois a se infiltrar na gangue do lunático Brick Top (Alan Ford), que também procura a tal pedra. Do outro lado estão os gangsteres Boris (Rade Shebedgia) e Frank Quatro Dedos, todos interessados em achar o diamante, mesmo que para isso sejam obrigados a usar de violência.


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O Homem que Via Passar os Comboios

O Homem que Via Passar os Comboios
de George Simenon





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Edição/reimpressão: 2002

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Páginas: 189

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Editor: Público Comunicação Social

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ISBN: 8481305197


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Sinopse
"O Homem que via Passar os Comboios", publicado no ano de 1938, é uma obra que se insere no género da literatura policial, ou não fosse Georges Simenon o criador do celebérrimo comissário parisiense Jules Maigret. Kees Popinga é o protagonista deste divertido e admirável romance, que permite ao leitor realizar um trajecto pelos recantos mais sombrios da psicologia humana.
Empregado de Julius de Coster, o proprietário de uma empresa de abastecimento de navios, Kees Popinga leva uma vida respeitável e tranquila, sem grandes sobressaltos nem preocupações. Até que o seu patrão, confrontado com a inevitabilidade da falência financeira, decide fugir, simulando um suicídio. O sucedido opera uma profunda transformação em Popinga, que assume uma ruptura repentina com a sua rotina diária, profissão, mulher e dois filhos.
Após abandonar a família e Groninga, viaja até Paris, onde passa a viver numa marginalidade que desde sempre tinha ambicionado. Popinga é agora um lúcido assassino, que mata as suas vítimas com um inesperado sangue-frio, ao mesmo tempo que desafia as autoridades policiais ou escreve para os jornais de Paris a rectificar e comentar as notícias que são publicadas a seu respeito.
Aliando o "suspense" próprio dos policiais e uma caracterização minuciosa das personagens que aí intervêm, "O Homem que Via Passar os Comboios" analisa e reflecte sobre os fantasmas que povoam o inconsciente humano, mergulhando nas profundezas da sua alma. O comportamento de Popinga contraria, em si mesmo, qualquer princípio de causa-efeito que seria de esperar, mantendo, porém, uma postura irónica e distanciada perante os acontecimentos. Além de levantar questões acerca da vida como jogo e encenação, o livro espelha também o estilo literário de Simenon, realista, simultaneamente vivo e misterioso, instintivo e concreto.

in static.publico.clix.pt


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Ressaque

Kukuuu!
Uoooouuu!
Está aí alguém?!
Futricada a azia não é!
Os chás lá remedeiam a coisa mas o liquido amarelo acumulado no fígado não é fácil de eduzir. Mas pelo que vi hoje de manhã a água já começa a aclarar e o odor a soda caustica está a transformar-se em bálsamo de coentros.
Prezo o Pereira. Celebrar o Natal todos os dias do ano, às 9h da manhã, é de homem!
O Natal é mesmo quando o homem quiser. Eu, admito, não gosto do Natal e não sou homem!
Pois…
Expressões a não desprezar:
“…aquele cão tinha poderes sobreanimais…”
“…há merdas terrestres em Marte…”
“…um puff espacial…”
By: Ticas
Pronto. Coragem! Voltem lá para a vossa vidinha enfadonha que este mês não há mais feriados.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Salgueiro

Salgueiro é o nome comum das plantas do Género Salix. Família Salicaceae.

Descrição
Os salgueiros são um género de árvores que compreende cerca de 500 espécies, na sua maior parte apenas com um desenvolvimento arbustivo. As espécies mais comuns em Trás-os-Montes são o salgueiro-branco (Salix Alba L.) e o salgueiro-chorão (Salix babylonica L.).
O primeiro é comum nas margens dos rios e em outros terrenos húmidos, podendo atingir os 30 m de altura. Distingui-se pela sua folhagem cinzento-prateada, constituída por folhas lanceoladas, com 5 a 10 cm e de margem serrada e um pedúnculo de 2 a 8 cm, piloso.

O salgueiro-chorão, assim designado porque os seus ramos pendentes lhes conferem um ar triste, encontra-se sobretudo em jardins, e pode atingir 8 a 10 m de altura.

Simbolismo e tradições
Esta árvore simboliza a pureza. O salgueiro não cresce em lugares secos, apenas em sítios húmidos, ao longo das margens dos rios, em lamaçais… o salgueiro bebe o excesso de água do terreno permitindo ao solo respirar.
A limpeza do seu carácter, o meio em que vive e a sua tendência para o ar e a luz, fizeram dele um símbolo de pureza. São árvores de água e ar e o seu signo é lunar. O seu vento é norte, frio e purificador e apesar de necessitarem de luz preferem que esta seja fria.
Diz-se que o salgueiro não retém em si mais do que o imprescindível, seja água ou luz, e que inclusive a luz que recebe, devolve-a ao ar quando as suas folhas se voltam e fu
ncionam como espelhos. Esta luz é fria, como se proviesse das estrelas.
No Oriente é um símbolo de imortalidade e ressurreição. Na China, esta árvore estava muito associada a cerimónias fúnebres. Era símbolo de vida eterna e nos rituais, na construção de uma casa, os chineses colocavam-se á porta olhando para o sol, plantavam um ramo de salgueiro e faziam a comida no local para o qual o ramo se inclinava.
Também, a constelação que no Ocidente é conhecida como Hidra, no Oriente era uma folha de
salgueiro que no céu chinês, aparece nos ensurdeceres da primeira lua de verão, a época das cerimónias fúnebres. Também para os índios das pradarias era uma árvore sagrada.
Na Grécia encontramos o salgueiro relacionado com as Nove Musas, pois o seu nome Hélice (em grego) deu o nome a Hélicon, a morada das musas. O salgueiro-branco era símbolo de castidade e esterilidade e nas Tesmoforias, as mulheres colocavam ramos de salgueiro estéreis (masculinos) sobre o leito, talvez como afrodisíaco e não tinham relações sexuais uns dias antes e durante as festas.
Na mitologia grega, os salgueiros vivem em Averno, a morada de Perséfone e à entrada da gruta de Creta, na qual se criava o filho de Zeus. Segundo a mitologia europeia o salgueiro é também a árvore das bruxas. Contam as lendas que as bruxas têm preferência por se ocultar sob a forma de Formosas raparigas, nos troncos ocos dos salgueiros, para aparecer depois como gatos resfolegantes e assustar os aldeões.
O salgueiro foi sempre relacionado com o luto, a morte e a melancolia. Este aspecto triste do salgueiro, parece conformar-se na simbologia que tem nos seguintes povos:
Nos povos germânicos, o salgueiro era a árvore dos mo
rtos e dos fantasmas e transportar um ramo de salgueiro era considerado um castigo humilhante.

Na tradição cristã, vemos que Judas se enforcou num salgueiro e por isso, dizem, os troncos dos salgueiros são ocos. Conta-se também que Jesus foi chicoteado com varas de mimbre (salgueiro) antes de ser crucificado e que isto causou tanta pena à árvore que deixou pender os seus ramos, convertendo-se assim no salgueiro-chorão.
No norte da Europa, o Domingo de Ramos continua a ser celebrado com ramos de salgueiro em vez de palmas. A linguagem das flores confirma este aspecto triste do salgueiro: as pessoas que levam folhas de salgueiro indicam que estão sós e abandonadas. Na Grã-Bretanha, colocar um ramo de salgueiro num chapéu, indica amor não correspondido. Também se ofereciam ramos de salgueiro como símbolo do fim de um amor.


Propriedades terapêuticas
O salgueiro é uma árvore que pertence à família das salicaceas. Há mais de 200 espécies na Europa e devido as suas propriedades curativas, destacamos entre elas a salix alba ou salgueiro-branco. Esta
variedade cresce junto aos rios, margens e em geral, em qualquer sítio onde a presença de água seja abundante ou em bosques de clima húmido.
Rico em componentes benéficos para o homem, talvez seja mais conhecido pelos seus ácidos de entre os quais destacamos o salicílico, presente nas folhas. Da casca podem-se obter vitaminas, minerais, fibra e ácido ascórbico.
Já na antiguidade, Hipócrates utilizava as folhas de salgueiro para aliviar os problemas relacionados com a dor. Há que não esquecer que a sa
licina se transforma em ácido salicílico no organismo o qual ajuda a reduzir a sensação de dor; também é importante o facto de que além de servir de analgésico, a salicina tem propriedades anti-inflamatorias.
Tudo isto faz com que o salgueiro seja um remédio alternativo à conhecida aspirina, se bem que seja de acção mais lenta. Para além de analgésico, o salgueiro também se pode utilizar para baixar a febre, graças ás propriedades antipiréticas da salicina, e como anticoagulante dado que esta planta torna o sangue mais fluido e ajuda a prevenir certas doenças cardiovasculares, assim como a formação de trombos.
in nova-acropole.pt


Alfobre Anterior:

Pirliteiro
Azevinho
Oliveira

Cabeça de Burro

Vinho Tinto do Douro

Produzido por:
Caves Vale do Rodo, C.R.L.

O Vinho:
O Cabeça de Burro é um vinho que apenas se produz em anos de excepcional qualidade. Provém dos melhores vinhedos da Região Demarcada do Douro (Baixo Corgo). As castas utilizadas são: Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. É vinificado com desengace total e intensa maceração. A sua comercialização faz-se após um estágio mínimo de doze meses em vasilhas de madeira e seis meses em garrafa.

Notas de prova:
Vinificado por esmagamento com desengace total, fermentação com forte maceração e temperatura controlada. O aspecto é Brilhante a cor Granada intensa, o aroma denota um subtil casamento entre a madeira onde estagiou e as notas de juventude com destaque para os frutos vermelhos. O Sabor é Redondo na boca, reforçando as sensações do aroma, mostrando-se bem estruturado, com taninos bem macios a contribuírem para um conjunto de grande equilíbrio

Sugestões de Consumo:
Acompanha pratos de carne vermelha, queijos fortes. Deve beber-se uma hora após a abertura da garrafa e à temperatura de 18 - 20ºC.

750ml.
Alc 12,5%.

Preço: 7,5- 10€

Outras Pomadas

Girl with a White Dog


















Artista:(1922-12-08 Lucien Freud (1922), Girl with a White Dog (1950).

Tema:
As temáticas de Lucien Freud (é neto de Sigmund Freud) centram-se, sobretudo, nas pessoas que fazem parte da sua vida, de acordo com uma nota biográfica sobre o pintor no site da Tate Modern.

Amigos, família, companheiros de profissão, amores e crianças são representados aos olhos de Freud, que considera “autobiográfico” o tema dos seus trabalhos. “Tem tudo a ver com esperança, memória, sensualidade e envolvimento com a realidade”, pode ler-se no mesmo documento.

“Girl with a white dog” (1950), em que Freud retrata a sua mulher, “Naked Girl” (1966), o primeiro de uma série de nus, “Reflection with Two Children” (1965), um auto-retrato, e “The Painter's Mother Dead”, um desenho da mãe logo após a sua morte, são alguns dos trabalhos mais conhecidos do artista.

Outros Pincéis

Filme da Semana

El Maquinista
(O Maquinista)




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Ano: 2004
»Duração: 101 minutos
»Origem: Espanha
»Gênero: Mistério/Thriller
»IMDB: 7.8/10 (59,492 votos)
»Direção: Brad Anderson
»Elenco: Christian Bale, Jennifer Jason Leigh, Aitana Sánchez-Gijón, Michael Ironside, John Sharian.

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Sinopse
Trevor Reznik, um maquinista, perdeu a capacidade de dormir. Mas esta não é uma normal insónia. Trevor não dorme há um ano. A fadiga levou-o a um lamentável estado da sua saúde física e mental. Desconfiados da sua aparência, os colegas de trabalho de Trevor, inicialmente afastam-se dele, mas depois viram-se contra ele, depois do seu envolvimento num acidente que custa o braço a um homem. Perseguido pela culpa, a vergonha de Trevor torna-se suspeita e depois paranóica, quando lhe parece que os seus colegas conspiram para ele ser despedido - ou pior ainda. Primeiro encontra pequenos recados no seu apartamento. Depois dizem-lhe que o misterioso colega envolvido no acidente simplesmente não existe.

Farão estes mistérios parte de um plano para levar Trevor à loucura? Ou estará o cansaço a retirar-lhe o discernimento? Determinado a encontrar a resposta, Trevor investiga as estranhas ocorrências que estão a transformar o seu mundo num pesadelo acordado. No entanto, quanto mais ele descobre, menos ele quererá saber.

Um assustador thriller psicológico com os fortes desempenhos de Christian Bale e Jennifer Jason Leigh, num grande filme de Brad Anderson.

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