segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

The National

The National
Alligator

The National é uma banda de indie rock formada em 1999, em Cincinnati, Ohio. Suas influências variam de Bruce Springsteen a Tindersticks. A banda tem as letras escritas e cantadas por Matt Berninger (com sua distinta voz grave). O resto da banda é composta por dois pares de irmãos: Aaron + Bryce Dessner e Scott + Bryan Devendorf; Sendo assim: Aaron (guitarra, baixo e piano), Bryce (guitarra), Scott (baixo e guitarra) e Bryan (bateria). Padma Newsome (banda Clogs) muitas vezes contribui no instrumental (guitarras, teclados etc) e nos arranjos.


Durante os primeiros anos, a banda manteve-se relativamente no anonimato, sendo reconhecidos/admirados por pequenos grupos (admiradores do género indie-rock); Isso só mudou em 2005, quando a banda assinou com uma novo selo, Beggars Banquet Records, lançando com este seu 3° álbum intitulado Alligator.

Com o Alligator a banda foi "aclamada" pela crítica e muitas vezes este foi citado como "Álbum do Ano". Dai pra frente só alegria... a banda "acertou na fórmula". O seu ultimo álbum, Boxer (2007), foi um grande sucesso de vendas e recebeu elogios generalizados da crítica; nele contaram com a participação de alguns artistas, incluindo Sufjan Stevens e Doveman. Ficaram em 1º lugar na lista de melhores álbuns do ano (pela revista Paste Magazine) e tiveram canções do mesmo inclusas em séries e filmes.

Em Dezembro de 2008 a banda comunicou que estavam iniciando a gravação do novo álbum e que o lançamento deste estaria previsto para fim de 2009, inicio de 2010. Fãs aguardam ansiosos...

in musiqueindieegeste.blogspot.com


Álbum: Alligator
Lançado em: 2005







Lista de faixas:

01-Secret Meeting
02-Karen
03-Lit Up
04-Looking for Astronauts
05-Daughters of the Soho Riots
06-Baby, We'll Be Fine
07-Friend of Mine
08-Val Jester
09-All the Wine
10-Abel
11-The Geese of Beverly Road
12-City Middle
13-Mr. November

Videoclip: Abel


Outros:The Legendary Tigerman
Nick Drake
Massive Attack
Chemical Brothers

Só porque me apetece

Filme da Semana

The Legend of 1900(A Lenda de 1900)




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Ano: 1998
»Duração: 101 minutos
»Origem: Itália
»Gênero: Drama/Fantasia/Musica/Romance
»IMDB: 7.8/10 (12,673 votes)
»Direção: Giuseppe Tornatore
»Elenco: Tim Roth, Pruitt Taylor Vince, Mélanie Thierry, Bill Nunn, Peter Vaughan, Niall O'Brien.

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Sinopse

Era uma vez um menino nascido a bordo de um navio, em pleno Atlântico.Abandonado pelos pais emigrantes, que sonham com uma vida melhor na América, o menino é encontrado por um marinheiro que o cria, e o mantém escondido no navio com receio que as autoridades lho tirem. Com qualidades natas para a música, o menino torna-se um homem e um pianista exímio. Quando tenta pisar a terra pela primeira vez, já quase com 30 anos, não é capaz. Sempre vivera no mar e a terra assusta-o. Por isso quando a "vida" do navio que sempre o albergara chega ao fim, ele decide que a sua vida chegara ao fim também.


»Trailer


»Lista de Filmes

Siddhartha

Siddhartha
de Hermann Hesse





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Edição/reimpressão: 2001

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Páginas: 156

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Editor: Casa das Letras

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ISBN: 9789724609188

»Sinopse
"Siddhartha" é um romance escrito por Hermann Hesse, um dos maiores escritores alemães. Vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1946. A sua primeira publicação foi em 1922 e conta a passagem da sua vida e pensamento durante a sua estadia na Índia em 1910, inspirado na tradição contada de Siddhartha Gautama, o Buda. O livro trata basicamente a busca pela plenitude espiritual, e o alcance de estados em que a mente humana se encontra absolutamente completa e plena.

"Siddhartha" foi e continua a ser livro de cabeceira de muita gente. Para alguns, uma espécie de bíblia de bolso do Budismo na Índia que tanto enforma a noção de "eterno retorno" de Nietzsche como ilustra o naturalismo metafísico (mesmo se o termo lhe repugnava...) de Alberto Caeiro. Para outros, simplesmente a história de Siddhartha, filho de brâmane, que se tornou Buda, e do seu amigo Govinda, personificação do espírito crítico e do racionalismo ocidentais.

"Siddhartha" é ambas as coisas: uma fonte de sabedoria e um romance bem contado. Ao longo dos seus doze capítulos conta-se a história de Siddhartha, desde os tempos de infância, quando "já sabia pronunciar Om silenciosamente" e "reconhecer Atman nos abismos do seu ser", até à velhice e à definitiva iluminação, passando pela fruição sem reservas da vida mundana e pela tentação do suicídio. É também a história do seu amigo Govinda que o segue a par e passo, em busca de consolo espiritual e de respostas para o enigma da (sua) vida.

Livro de sabedoria, deslocado dos tempos que correm e, por essa razão, de leitura indispensável para se olhar para os tempos que correm com olhos de ver, "Siddhartha" tem tanto de lição de humanismo como, paradoxalmente, de libelo contra todas as escolas ou doutrinas de pensamento. Mas atenção, há uma (a)tensão e disponibilidade interiores que cumpre preservar, caso queiramos receber de mãos dadas com Siddhartha, o nirvana.

"Nirvana não é apenas uma palavra, meu amigo - protestou Govinda - é um pensamento!. "Será um pensamento, mas devo confessar-te, meu amigo, que não diferencio muito entre pensamentos e palavras. Para ser franco, também não atribuo grande importância aos pensamentos. Atribuo mais importância às coisas."

Quem não se dispuser a ir tão fundo tem, de qualquer forma, em "Siddhartha", bastante que colher e com que ficar fascinado. A escrita não poderia ser mais clara nem directa, possuindo o dom de modificar, senão a vida, pelo menos a visão daqueles de nós que, sedentos de Verdade, exclamam como Govinda: "Dá-me algo que me ajude no caminho, Siddhartha. O meu caminho é frequentemente duro e escuro". Leia-se, então, "Siddhartha", como quem segura uma lanterna.


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Alfobre

Como já devem ter reparado, há uma nova coluna no Blogue.
Denomina-se Alfobre.
Vai servir para dar a conhecer plantas, árvores, ervas, chás, etc.
A nossa aldeia tem uma variedade riquíssima de flora que por vezes ignoramos.
Vamos tentar dar a conhecer um pouco da essência que a caracteriza e que por vezes desconhecemos.

-1 Cº

Dedos dos pés gelados! Temperaturas negativas!
O frio chegou.
Finalmente!
Já andava a ficar atormentado com a longevidade das moscas.
É Dezembro, mês do absurdo e do disparate. Natal, presentes, desperdício, assembleias de freguesia, calinadas, etc.
Tudo serve para nos distrair com bacoradas. É natal!
Receio que o Natal, como ele é actualmente, me anda a enervar. Acho que o detesto.
Natal dos hospitais, coro de St. Amaro de Oeiras (Sta. Marta não existe...), Toy, Popota, Ferrero, circo, Sporting, pinheiros, olivais, orçamento, whisky, Sibéria…
Quilhe-se tudo!
Eu gosto é do Verão e de arcaboiços arrebitados ao léu.