segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Fonte Senhora das Fontes

Na Ermida Senhora das Fontes há, pasmem-se, uma fonte!
Esta mesma fonte, que brota água mineral, está actualmente seca. Por alguma razão a água não está a chegar ao seu destino.



Poderia especular sobre um possível envolvimento nesta acção de algum revolucionário do sorval mas prefiro não ir por ai.
O mais certo é que tenha sido algum esquilo ou guaxinim a entulhar o cano.



Já foram avistados animais bem esquisitos a deambular por aquela zona.

Tindersticks

Tindersticks
Curtains

Surgidos na Inglaterra após a explosão dos Nirvana, Tindersticks são uma das formações indispensáveis dos anos noventa. Favorecidos pelo boom alternativo, a sua proposta afasta-se do habitual daquela altura, ao oferecer sensibilidade, romantismo e vocação clássica em vez da raiva e as guitarras distorcidas provenientes de Seattle.

A banda forma-se em Nottingham em princípios dos 90, após a incisão do grupo Asphalt Ribbons. Ali cantava Stuart Sstaples, acompanhado pelos teclados de Dave Boulter e o violino de Dickon Hinchliffe. Junto ao baterista Alasdair Macaulay, o guitarrista Neil Fraser e o baixista Mark Colwin dão lugar a Tindersticks, cuja fórmula integra o indie pop, a tradição folk e os ambientes claro-escuros.

Após publicar alguns singles no seu selo Tippy Toe e ganharem um certo nome no âmbito underground, a sua estreia em formato longo aparece em 1993, para provocar uma grande agitação tanto entre a imprensa especializada como entre o público.

Dois anos depois, publicam um segundo álbum homónimo que confirma o seu som e aperfeiçoa os feitos do disco anterior, para irem novamente aos charts dos melhores trabalhos discográficos do ano. O directo Bloomsbury Theatre, que aparece pouco depois, mantém o interesse pela banda antes desta realizar a sua primeira colaboração com a cineasta francesa Claire Denis. O grupo britânico encarrega-se da banda sonora do filme Nenette e Boni (1969), numa relação que terá continuidade com o álbum Trouble every day, música do filme do mesmo nome aparecida em 2001.
O seguinte disco de estúdio propriamente dito de Tindersticks tem como nome Curtains (1997) e sob a capa descobre-se um novo tratado de sensibilidade musical muito particular. Após o recompilatório Donkeys 92-97 (1998), uma colecção de singles, raridades e gravações inéditas, chega o brilhante Simple Pleasure (1999) enquanto a palavra mediocridade continua sem encaixar com a banda.

Já no século XXI, dão forma ao deprimente Can our love... (2001), antes de realizar a sua segunda banda sonora para Claire Denis. Em 2003, Waiting for the Moon mantém os padrões estéticos que caracterizam o grupo, antes dos seus primeiros cinco álbuns serem reeditados em 2004, em todos eles com material adicional incluído. Nesse mesmo ano aparece a recompilação Working for the Man: The Island years com o melhor da sua etapa, que também incorpora um disco adicional com gravações perdidas e outros.

Fonte:
mtv.pt



»Álbum: Curtains
»Lançado em: 1997







»Lista de faixas:
01-Another Night In
02-Rented Rooms
03-Don't look down
04-Dick's Slow Song
05-The Fast One
06-Ballad of Tindersticks
07-Dancing
08-Let's Pretend
09-Desperate Man
10-Buried bones
11-Bearsuit
12-(Tonight) Are You Trying to Fall in Love Again
13-I Was Your Man
14-Bathtime
15-Walking

»Videoclip: Another Night In


»Lista de Malhas

Esteva

A Esteva (Cistus ladanifer) é uma espécie de planta com flores da família Cistaceae.
Descrição
Planta "tipo mato", que cresce espontâneamente mesmo em terrenos de fraca qualidade com importância superior à que habitualmente se lhe atribui, constitui um magnífico espectáculo visual quando as suas flores revestem de branco extensos campos, formando autênticos paraísos para as abelhas que procuram o pólen com que fabricam o mel.

É importante ainda na preservação dos ecosistemas, protegendo e influenciando a fixação de espécimes. O aroma característico e intenso que libertam, advém de uma espécie de resina que a envolve, o ládano, que para além de a proteger dos rigores do clima é também utilizado na indústria como fixador de perfumes. Destaco ainda a sua utilização como fonte de energia no aquecimento de lares e fornos durante vários séculos.

É um arbusto que atinge 1-2,5 m de altura e de largura. As folhas são persistentes, lanceoladas, com 3-10 cm de comprimento e 1-2 cm de largura, verde escuro na face superior e mais claro na inferior. As flores têm 5-8 cm de diâmetro, com 5 pétalas brancas finas, normalmente com um ponto vermelho a castanho na base de cada uma, rodeando os estames e pistilos amarelos.

Distribuição geográficaÉ nativa da parte ocidental da região mediterrânica, crescendo espontaneamente desde o sul de França a Portugal e no noroeste de África. O perfume doce a madeira e terra da esteva transporta sempre para paisagens mediterrânicas, para Sul, onde esta magnífica planta resiste ao calor do Verão e impregna o ar quente com o seu doce aroma. O nome de Cistus vem do Grego e significa cesto, devido ao facto dos seus frutos serem cápsulas globosas com 7 a 10 compartimentos.

É quase impensável imaginar a paisagem mediterrânica sem esteva. De facto, cresce em matas densas de centro a Sul do país. Mas também nas zonas quentes do interior das Beiras, Douro e Trás-os-Montes, em solos ácidos não calcários, de xisto, granito e quartzo.

IndicaçõesAs propriedades medicinais da esteva não estão ainda muito investigadas mas sabe-se que é anti-séptico, anti-bacteriano e anti-viral, sendo utilizada externamente para lavar e desinfectar feridas, aliviar picadas de insectos. Nas utilizações populares, é usada contra a queda do cabelo. O óleo essencial extraído de toda a plantas é utilizado em aromoterapia para combater o stress ou diluído num óleo base para massajar a pele contra as rugas, agindo como regenerador dos tecidos.

O seu óleo também é utilizado para combater doenças de pele e para prevenir alguns distúrbios linfáticos. Acredita-se ainda que tem propriedades sedativas É também utilizada na tinturaria para obter um tom verde-acastanhado.

No jardim

As estevas são muito apreciadas em jardins como planta ornamental devido não só à sua beleza e aroma mas também à sua robustez e capacidade de sobrevivência em solos pobres e sem rega. No entanto, esta planta não reage bem ao corte dos seus ramos, sobretudo as plantas mais velhas que poderão morrer. As mais jovens, contudo, resistem muito bem a uma espécie de ceifa e rebentam no ano seguinte ou no outro com mais vigor.

Este é, aliás, o método que se utiliza para colher a planta para a extracção dos óleos essenciais que é feita por destilação a vapor e existem já no nosso país alguns produtores de esteva para a extracção do óleo essencial muito apreciado na perfumaria como fixante de aromas.

Fonte:
pt.wikipedia.org
mulher.sapo.pt



Alfobre Anterior:

Sabugueiro
Cardo Mariano
Alecrim
Salgueiro
Pirliteiro
Azevinho
Oliveira

Padre Pedro

Vinho Tinto Regional Ribatejano

Produzido por:
Casa Cadaval

O Vinho:
O Padre Pedro é o vinho de entrada da Casa Cadaval. Foi elaborado a partir de uvas das castas Aragonês (40%), Trincadeira (40%), Cabernet Sauvignon (15%) e Merlot (5%). Vinificado em cubas inox com controlo de temperatura, de forma a preservar os aromas frutados e jovens, estagiou depois 6 meses em barricas de carvalho francês.

Notas de prova:
É um vinho de aroma bastante frutado, com sugestões de framboesas, e um toque floral elegante. Na boca prima pela suavidade, com taninos maduros e redondos, um tinto que, sem perder o carácter ribatejano, forma um conjunto bastante equilibrado e fácil de gostar.

Sugestões de Consumo:
Boa companhia para carnes magras, em especial aves e vitela, grelhados e estufados. Deve ser servido a uma temperatura de 18ºC Na garrafeira: Conserve-se a garrafa deitada e em local tanto quanto possível fresco e sombrio. Pronto a beber desde já, evoluirá bem na garrafa até cerca de 4 anos após a data de colheita.

750ml.
Alc 13,5%.

Preço: 4 - 6

Outras Pomadas

Ashes





















Artista:(1922-12-08 Edvard Munch (1863 - 1944), Ashes (1894).

Tema:
A imagem mostra, assim como nos outros quadros do pintor, uma grande expressividade de sentimentos, sobretudo os negativos, como a dor, a angústia e a solidão. Nele, os dois personagens, ao levaram as mãos à cabeça, expressam uma reacção de desespero possivelmente frente a um cenário de destruição. Evidente principalmente na mulher que tem o cabelo despenteado, olhar triste e com o vestido entreaberto, deixando aparecer uma peça vermelha por baixo.

Este é o primeiro elemento a ser percebido no quadro, principalmente devido ao contraste entre o vestido branco e a coloração de pele e cabelos mais vívida, em contrapartida com a pouca luminosidade do resto da composição.

O homem que está no foco de interesse inferior-esquerdo, com vestes negras e de costas para o resto da cena, é percebido depois da mulher, que está de pé mais à direita na cena, próxima a ele e com parte de seus cabelos esvoaçados sobre ele.

É difícil tirarmos conclusões sobre o que está a acontecer. Por que eles estão naquela situação? Por que a mulher está com o vestido desabotoado e com os cabelos esvoaçados?

A única certeza que temos é a transmitida pelos sentimentos expressados pelos personagens.

in wiki.eca.luli.com.br


Outros Pincéis

Filme da Semana

Amores Perros
(Amor Cão)


»
Ano: 2000
»Duração: 154 minutos
»Origem: Mexico
»Gênero: Drama/Thriller
»IMDB: 8.2/10 (56,296 votos)
»Direção: Alejandro González Iñárritu
»Elenco: Emilio Echevarría, Gael García Bernal, Goya Toledo, Álvaro Guerrero, Vanessa Bauche, Jorge Salinas, Marco Pérez, Rodrigo Murray, Humberto Busto.


»
Sinopse
A acção do filme começa na Cidade do México com um acidente fatal de automóvel. Em colisão estão também três vidas, que juntas revelarão o lado cruel da natureza humana.
Octávio, um adolescente, decide fugir com Susana, a mulher do irmão. O seu cão Cofi torna-se num cruel instrumento na obtenção do dinheiro de que precisam para essa aventura conjunta, complicando ainda mais este triângulo de paixão onde o amor proibido se torna num caminho sem retorno.
Entretanto Daniel, um homem de 42 anos, troca mulher e filhas por Valeira, uma jovem e atraente modelo. Precisamente no dia em que festejam a sua nova vida em conjunto, o destino empurra Valeria para o trágico acidente que lhe é fatal. À cena do acidente chega Chivo um antigo guerrilheiro comunista que, após anos na prisão, está profundamente desapontado com a vida e vive como assassino contratado.
Tudo isto se desenvolve num filme excitante em torno da da redenção, da vulnerabilidade e da complexidade da existência humana. Uma rara aproximação cinematográfica à realidade caótica da maior e mais populosa cidade do mundo, em toda a sua brutalidade e crueza.
Três histórias, três mundos, uma pergunta ... O que é o Amor? ...

Amor é Traição, Amor é Angústia, Amor é Pecado,
Amor é Egoísmo, Amor é Esperança,
Amor é Dor, Amor é Morte.
O Que é o Amor?
Do Realizador de "21 Gramas" e "Babel"
Não se preocupe, se não viu este filme, vai vivê-lo, quer queira quer não!

»Trailer


»Lista de Filmes

A Metamorfose

A Metamorfose
de Franz Kafka




»
Edição/reimpressão: 2009

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Páginas: 80

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Editor: Editorial Presença

»
ISBN: 9789722316521


»
Sinopse
A Metamorfose narra a história fantástica de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que se vê obrigado a suportar todas as despesas da família, e que certa manhã, ao acordar cedo para o trabalho, constata que se transformou num escaravelho.

De início, as suas preocupações centram-se na estranha metamorfose e na impossibilidade de cumprir as obrigações profissionais, mas perante a repulsa dos pais, Gregor inicia um complexo processo interior de mutação, que o conduz a uma análise obsessiva do seu contexto familiar e social.

À excepção da irmã, que numa primeira fase decide alimentá-lo, todos recusam ajudar Gregor, remetendo-o à sua solitária agonia. Perante este cenário uma nova metamorfose ocorre no seio familiar: o pai, a mãe e a irmã voltam a trabalhar e a família decide perspectivar um futuro onde não existe lugar para Gregor...

Uma irónica metáfora sobre o absurdo da condição humana, num espectáculo que explora a plasticidade narrativa de uma das obras mais marcantes de Franz Kafka e da literatura do século XX.


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